Síndrome K está na mira dos produtores: convites se multiplicam e banda conquista cada vez mais palcos pela Bahia

Por: Vanessa Neves Lisboa Portugal

Power trio formado por Lula Souto, Márcio Dantas e Miguel Matos vem ampliando sua presença nos palcos da Bahia e conquistando cada vez mais reconhecimento na cena pesada

A cena do metal baiano segue revelando nomes que mantêm viva a força e a identidade do rock pesado no estado. Entre eles, a Síndrome K vem chamando atenção pela intensidade de suas apresentações e por uma trajetória marcada por uma agenda cada vez mais movimentada.

Formada por Lula Souto (vocal e baixo), Márcio Dantas (bateria) e Miguel Matos (guitarra), a banda apresenta-se como um power trio de sonoridade vigorosa, transitando pelo thrash metal com peso, velocidade e energia. No palco, a formação enxuta potencializa a dinâmica entre os três músicos e transforma cada apresentação em uma experiência de alta intensidade.

A banda não para

O crescimento da Síndrome K pode ser percebido não apenas pela repercussão de seu trabalho, mas também pelo número crescente de convites para apresentações em diferentes cidades da Bahia.

Em 2026, a banda passou pelo Festival Virada Rock, em Camaçari, e retornou a Porto Seguro para participar, pela segunda vez, do Festival Rock Gaya, reforçando sua presença em um dos circuitos de eventos que vêm movimentando a cena independente do estado.

E a agenda segue em ritmo acelerado. Neste sábado, 8 de agosto de 2026, a Síndrome K desembarca em Eunápolis, na Bahia, para participar do Festival Eu On Rock.

A sequência de apresentações evidencia um momento importante para o grupo: a banda vem circulando, ocupando diferentes palcos e ampliando gradativamente sua conexão com o público do metal baiano.

Conexões com grandes nomes do metal brasileiro

Outro capítulo importante da trajetória da Síndrome K está relacionado às parcerias com nomes de destaque do metal nacional.

A banda conta em seu acervo com uma colaboração de peso com Marcelo Pompeu, vocalista do Korzus, um dos nomes históricos do thrash metal brasileiro. Pompeu também possui trajetória ligada à produção musical e participou da produção do álbum “Depois da Guerra”, da banda Oficina G3, trabalho vencedor do Grammy Latino.

Agora, essa conexão ganha um novo capítulo com a participação de Marcelo Pompeu na música “7 Mil Giros”, da Síndrome K.

A colaboração representa não apenas uma participação especial, mas também uma importante aproximação entre diferentes gerações e trajetórias do metal brasileiro, colocando a produção da Síndrome K em diálogo com músicos que ajudaram a construir a história do gênero no país.

A força do palco como cartão de visitas

Se existe um elemento que vem se tornando marcante na trajetória recente da Síndrome K, é a força de suas apresentações ao vivo.

A banda vem construindo sua reputação a partir de shows intensos e de uma presença de palco que dialoga diretamente com o público. Esse trabalho também vem sendo registrado de maneira profissional pela ENS Studios, responsável por registros audiovisuais das apresentações do grupo.

Esses registros contribuem para documentar uma fase de crescimento da banda e, ao mesmo tempo, permitem que a energia dos shows ultrapasse os limites dos palcos onde a Síndrome K se apresenta.

Um nome em plena ascensão

Com uma formação consolidada, circulação por diferentes cidades, participação em festivais, parcerias com nomes relevantes do metal brasileiro e uma produção audiovisual cada vez mais estruturada, a Síndrome K atravessa um momento de expansão.

Mais do que simplesmente manter uma agenda de apresentações, o trio vem construindo presença dentro da cena, conquistando novos espaços e fortalecendo sua identidade musical.

Lula Souto, Márcio Dantas e Miguel Matos formam uma combinação que aposta na essência do power trio: baixo e vocal, guitarra e bateria trabalhando em conjunto para produzir uma sonoridade pesada, direta e explosiva.

E, pelo ritmo atual, uma coisa parece certa: a Síndrome K realmente não para.

Enquanto novos shows entram na agenda e novas conexões são estabelecidas, a banda segue acelerando seus motores e escrevendo mais um capítulo da história recente do metal independente da Bahia.

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